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 Categoria: Esporte

Inter aceita “jogo feio”por vitórias e vê boas chances de encostar no Cruzeiro

Inter aceita “jogo feio”por vitórias e vê boas chances de encostar no Cruzeiro
              A vitória sobre o Bahia na Fonte Nova, no último sábado, mesmo que com uma atuação apagada da equipe, quebrou premissas no Beira-Rio. E não apenas por ser o primeiro triunfo do Inter longe do estádio no Brasileirão, após 12 rodadas. Serviu para mudar o discurso da comissão técnica e da diretoria colorada sobre o desempenho dos jogadores na partida. Uma mudança que aumenta a confiança de se aproximar do líder Cruzeiro. A cada tropeço – como nos empates contra Criciúma e Coritiba, na quinta e sexta rodadas – a fala era a mesma: lamento pelos pontos perdidos, mas elogios ao empenho dos atletas em campo, fator tratado como primordial pela busca do título. Palavras que mudaram de tônica diante dos três pontos somados em Salvador. Vale “jogo feio” para o Inter. Desde que este venha acompanhado das vitórias. – Não foi uma boa partida, mas estou feliz da vida. Quero jogar bem e ganhar? Quero, claro. Mas quero jogar mal e vencer? Quero também. Contra o Fluminense, o empate foi injusto. Contra Criciúma e Coritiba, também. Contra o Corinthians perdemos, mas fizemos um bom segundo tempo. Não tem muita explicação de por que não fizemos um grande jogo, mas ninguém pode negar. É uma campanha muito boa – analisou o técnico Abel Braga após a partida.     O resultado positivo contagiou o vice-presidente de futebol, Marcelo Medeiros. Empolgado com o triunfo, o dirigente projetou uma aproximação ao líder, Cruzeiro, que tem 28 pontos, seis a mais que o Inter. Distância que poderia nem existir se o Colorado não tivesse perdido para o Cruzeiro por 3 a 1 no Estádio Centenário, na 7ª rodada. Resultado justificado por Medeiros pelos cinco desfalques da equipe na partida e pelo fato de não poder mandar o jogo no Beira-Rio. – Eu acho que sim...
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HAMILTON FICOU “CHOCADO” COM ORDEM DA EQUIPE PARA “ABRIR ESPAÇO”

HAMILTON FICOU “CHOCADO” COM ORDEM DA EQUIPE PARA “ABRIR ESPAÇO”
                              Budapeste (AE) – O clima entre Lewis Hamilton e a Mercedes parece mesmo estar cada vez pior. Depois de fazer críticas públicas à equipe pelos problemas em seu carro, que pegou fogo, no treino de classificação de sábado, o inglês se recusou a seguir uma ordem para deixar o companheiro Nico Rosberg ultrapassá-lo no GP da Hungria deste domingo, no qual terminou em terceiro. “Eu fiquei muito, muito chocado com o pedido da equipe para que eu fizesse isso (dar a passagem a Rosberg)”, declarou Hamilton. “Ele não estava tão próximo a mim para me ultrapassar, eu não poderia desacelerar e perder terreno para o Fernando (Alonso) ou o Daniel (Ricciardo), então foi um pouco estranho.” O inglês largou dos boxes neste domingo e fez uma incrível prova de recuperação, ajudado pela presença do Safety Car na pista em dois momentos. Ele usou uma estratégia de duas paradas, enquanto seu companheiro, Rosberg, teria que parar três vezes. No momento em que a ordem partiu da Mercedes, o alemão ainda precisaria ir aos boxes uma vez, mas para Hamilton isso não justifica o pedido. “Obviamente eu estava consciente de que estava na mesma disputa que ele. Só porque ele tinha uma parada a mais para fazer, não significa que eu não eu não estivesse na mesma corrida”, comentou o inglês. “Se eu deixasse ele passar, ele poderia disparar na frente e me deixar para trás depois.” Depois de largar dos boxes, Hamilton conseguiu ficar à frente do líder da temporada, justamente Rosberg, e tirar três pontos em relação a ele. Ainda assim, ficou insatisfeito com o resultado geral do fim de semana. “Fui limitado pelo treino. Eu estava forçando o máximo que podia para chegar o mais longe possível”,...
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DUNGA É O NOVO TÉCNICO DA SELEÇÃO BRASILEIRA

DUNGA É O NOVO TÉCNICO DA SELEÇÃO BRASILEIRA
            O presidente da CBF, José Maria Marin, apresentou oficialmente nesta terça-feira, na sede da entidade, no Rio, o novo técnico da seleção brasileira. Dunga foi escolhido para substituir Luiz Felipe Scolari, que pediu demissão logo após o término da participação do Brasil na Copa do Mundo, e retorna ao cargo após ter ficado um ciclo de quatro anos, entre 2006 e 2010. Campeão da Copa América de 2007 e da Copa das Confederações de 2009 na sua passagem anterior pelo cargo, Dunga foi demitido por Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, logo após a eliminação da seleção brasileira diante da Holanda nas quartas de final da Copa de 2010, na África do Sul. Naquele período, o técnico também terminou as Eliminatórias Sul-Americanas da Copa de 2010 com o Brasil na liderança. Entretanto, amargou o fracasso com a seleção olímpica nos Jogos de 2008, em Pequim, quando caiu por 3 a 0 diante da Argentina. Ao todo, foram 60 jogos, com 42 vitórias, 12 empates e seis derrotas. Quatro anos depois de sua demissão, o capitão brasileiro na campanha do tetracampeonato mundial de 1994 acabou sendo escolhido mais uma vez para tentar recolocar o Brasil no caminho das vitórias após ter amargado a derrota mais vexatória de sua história no último Mundial (o fatídico 7 a 1 sofrido diante da Alemanha nas semifinais). Com carreira curtíssima como técnico até aqui, Dunga voltará a desempenhar a função depois de ter comandado o Internacional no ano passado, quando se sagrou campeão gaúcho. Esse foi o seu único trabalho fora da seleção como treinador. Novamente alçado ao posto de comandante da seleção, Dunga anteriormente assumiu o cargo após o Brasil ter sido eliminado pela França nas quartas de final da Copa de 2006, então sob o comando de Carlos Alberto Parreira. Na época, Ricardo Teixeira via Dunga...
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Copa 2018 conheça alguns dos estadio da Rússia

Copa 2018 conheça alguns dos estadio da Rússia
                    Com o fim da Copa do Mundo deste ano realizada em terras brasileiras, não conseguimos nos livrar do “gostinho de quero mais”. Por conta disso, já estamos antecipando tudo sobre o próximo mundial, que acontecerá na Rússia, em 2018. A competição por lá também será realizada em 12 estádios de futebol, seguindo a moda inaugurada no Brasil. Fora isso, como a quantidade de competidores se manterá a mesma, 32 equipes, a divisão dos jogos também deve ser muito semelhante ao que vimos na última Copa. Você pode estar pensando “se no Brasil as distâncias entre as sedes era um grande problema, imagina na Rússia!”. Pois é, estamos falando do maior país do mundo, mas para atenuar o problema, todas as sedes escolhidas foram cidades da parte europeia da Rússia. Assim, ninguém precisaria viajar literalmente meio mundo para uma partida de futebol. Muito dinheiro Uma curiosidade sobre a Copa da Rússia é que serão 12 estádios, porém apenas 11 cidades-sede. Isso porque a capital, Moscou, terá duas praças esportivas para o mundial. E se você ficou de queixo caído com os gastos bilionários para a Copa no Brasil (cerca de US$ 12 bilhões), na Rússia, a estimativa inicial é de que US$ 26 bilhões sejam gastos tendo em vista a Copa do Mundo. A diferença é que por lá, o governo espera gastar US$ 20 bilhões desse montante inicial com investimento em infraestrutura, principalmente com a ligação por trens mais rápidos entre todas as cidades sede. Não estamos falando de trens bala, entretanto, mas sim um modelo mais eficiente que os tradicionais. Os outros US$ 6 bilhões vão para a construção de estádios e, desse montante, 50% deve ser levantado pela iniciativa privada. Confira agora os doze estádios da Copa de 2018 1. Moscou – Estádio Lujniki Esta é a maior...
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DUNGA PODE VOLTAR AO COMANDO DA SELEÇÃO BRASILEIRA

DUNGA PODE VOLTAR AO COMANDO DA SELEÇÃO BRASILEIRA
            De acordo com reportagem da ESPN, o conhecido técnico Dunga pode voltar ao comando da seleção brasileira. Aparentemente, ele já esteve com alguns dirigentes da CBF para acertar os detalhes de seu retorno ao cargo. “Dunga era o número um da lista e as coisas avançaram. Houve reuniões importantes em São Paulo nas últimas horas e o Gilmar está tocando a história”, disse a fonte anônima da agência de notícias Reuters. O planejamento dos próximos quatro anos e o perfil desse técnico estão entre os principais pontos discutidos pela cúpula da CBF. O novo coordenador-geral de seleções da CBF, Gilmar Rinaldi, já comentou que o próximo treinador deverá se manter muito mais envolvido com o futebol. “Ele vai estudar, se atualizar, viajar muito e, além dos jogos, também vai assistir aos treinamentos. Vamos interagir com outros treinadores, precisamos saber o que está acontecendo no mundo”, disse Rinaldi. O retorno do técnico já conhecido Outro tópico bastante importante que supostamente está sendo conversado é como tratar a volta de Dunga à seleção após quatro anos que deixou o cargo – em outras palavras, como diminuir a estranheza de um treinador voltar no comando depois desse período. A nova equipe auxiliar do treinador está em pauta, já que os auxiliares de Luiz Felipe Scolari também foram demitidos. Depois do trabalho com o Brasil na Copa do Mundo de 2014, Dunga teve apenas mais uma experiência como técnico do Internacional, em 2013. No comando do time, ele ganhou dois turnos do Campeonato Gaúcho, porém deixou o cargo de lado depois de seguidas derrotas no Brasileirão. Dunga já trabalhou com o novo coordenador-geral das seleções, Gilmar Rinaldi, o que contribuir para o seu possível retorno. De acordo com o blog de Paulo Vinícius Coelho, Dunga já rejeitou um convite para assumir o time da Venezuela – algo...
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