Nos anos 1990 e 2000, o Juventude era chamado de “touca verde” do Internacional: sempre causava muitas dificuldades para os times vermelhos, dentro ou fora de casa. O momento mais célebre aconteceu na semifinal da Copa do Brasil de 1999, quando o Juventude goleou o Inter por 4 a 0 dentro do Beira-Rio. Hoje, a “touca verde” é outra: a Chapecoense, adversário que o Inter não vence e nem marca gols desde maio de 2014, e que impôs um massacre de 5 a 0 sobre o Colorado em outubro daquele ano. O Inter busca vida nova no Campeonato Brasileiro sob a batuta de Celso Roth, que comandou a casamata vermelha em outras três oportunidades (1996/1998, 2002 e 2010/11). Outrora rejeitado pela torcida, Roth conta com o respaldo de Fernando Carvalho, dirigente histórico do Inter por participar das conquistas da Libertadores da América (2006/10) e do Mundial (2006). O técnico é o ponta de lança da “SWAT colorada”, termo usado por Carvalho para designar o conjunto de colorados que está tentando afastar o fantasma da Série B. publicidad “Se tem uma coisa que não temos é tempo. Temos que trabalhar o mais rápido possível para sair dessa situação. Temos aí um turno todo, é uma pontuação difícil, mas é absolutamente administrável”, afirmou logo em sua chegada. Dentro de campo, o desafio de Roth é aplicar rapidamente o “equilíbrio” que apregoa. Durante a semana, ele testou jogadores na lateral direita – o meia Ferrareis, o zagueiro Rak e o zagueiro Eduardo – e colocou Nico López entre os reservas – o jogador uruguaio faz um trabalho especial para resolver dores no tornozelo. Durante a semana, Roth sinalizou que Vitinho, que foi reserva com Falcão nos últimos dois jogos, deverá ser o titular. Alex, que tambem apareceu entre os titulares, saiu do treino na sexta com um problema no joelho. Embora...