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 Categoria: Brasil e Mundo

Senado vai receber Dilma em clima de tensão

Senado vai receber Dilma em clima de tensão
Em um dos capítulos derradeiros do processo de impeachment, a presidente afastada Dilma Rousseff vai depor nesta segunda-feira, 29, ao Senado, a partir das 9 horas, sob clima de tensão. Defensores do impedimento e apoiadores da petista passaram os últimos dias traçando estratégias para evitar que a sessão repita as cenas de baixaria que marcaram o início do julgamento na Casa. Segundo os principais líderes de partidos que apoiam o afastamento definitivo, a ideia é tentar se ater, o máximo que for possível, a questionamentos técnicos sobre os crimes de responsabilidade pelos quais Dilma é acusada, como as pedaladas fiscais. A intenção é evitar provocações desnecessárias para impedir que Dilma pose de “vítima”. O acerto dos senadores da base do presidente em exercício Michel Temer, porém, é que caberá à petista dar o clima do depoimento, uma vez que Dilma será a primeira a falar. “Obviamente, se ela (Dilma) errar no tom, as nossas respostas serão no mesmo tom”, afirmou o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), que afinou a estratégia ontem em reunião com a presença de senadores do PSDB, DEM e PMDB e de outros partidos da base. “O nosso desejo é que tenhamos uma sessão respeitosa, civilizada. Não vamos fazer provocações, mas também não vamos aceitá-las. Qualquer tipo de provocação será confrontada,” afirmou Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) em entrevista à Rádio Estadão. A avaliação de aliados de Temer é que a presença de Dilma no julgamento vai referendar a legalidade do processo, embora ela deva afirmar ao Senado que se trata de um golpe contra seu governo. (mais informações na página ao lado) “(Falar em golpe) Será uma afronta à presença do ministro (do Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski . Você não pode admitir um golpe presidido pelo presidente da Corte Suprema”, disse Cunha Lima.   Caso a presidente afastada faça ataques fora do escopo...
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Ex-presidente da OAS delata ministro do STF Dias Toffoli

Ex-presidente da OAS delata ministro do STF Dias Toffoli
Era um encontro de trabalho como muitos que acontecem em Brasília. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, então presidente da construtora OAS, já se conheciam, mas não eram amigos nem tinham intimidade. No meio da conversa, o ministro falou sobre um tema que lhe causava dor de cabeça. Sua casa, localizada num bairro nobre de Brasília, apresentava infiltrações e problemas na estrutura de alvenaria. De temperamento afável e voluntarioso, o empreiteiro não hesitou. Dias depois, mandou uma equipe de engenheiros da OAS até a residência de Toffoli para fazer uma vistoria. Os técnicos constataram as avarias, relataram a Léo Pinheiro que havia falhas na impermeabilização da cobertura e sugeriram a solução. É um serviço complicado e, em geral, de custo salgado. O empreiteiro indicou uma empresa especializada para executar o trabalho. Terminada a obra, os engenheiros da OAS fizeram uma nova vistoria para se certificarem de que tudo estava de acordo. Estava. O ministro não teria mais problemas com as infiltrações — mas só com as infiltrações. A história descrita está relatada em um dos capítulos da proposta de delação do empreiteiro Léo Pinheiro, apresentada recentemente à Procuradoria-Ge­ral da República e à qual VEJA teve acesso. Condenado a dezesseis anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no escândalo do petrolão, Léo Pinheiro decidiu confessar seus crimes para não passar o resto dos seus dias na cadeia. Para ganhar uma redução de pena, o executivo está disposto a sacrificar a fidelidade de longa data a alguns figurões da República com os quais conviveu de perto na última década. As histórias que se dispõe a contar, segundo os investigadores, só são comparáveis às do empreiteiro Marcelo Odebrecht em poder destrutivo. No anexo a que VEJA teve acesso, pela primeira vez uma...
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Planalto busca ampliar margem de votos pró-impeachment no Senado

Planalto busca ampliar margem de votos pró-impeachment no Senado
Desde que o plenário do Senado decidiu, por 59 voos a favor e 21 contra, transformar a presidente afastada Dilma Rousseff em ré no processo de impeachment e levá-la a julgamento final, o Palácio do Planalto passou a articular nos bastidores para aumentar ainda mais a margem de votos favoráveis ao afastamento definitivo na última votação. Aliados do peemedebista acreditam que, na sessão decisiva, conseguirão contabilizar entre 62 e 63 votos pró-impeachment. A sessão destinada ao julgamento final da petista está marcada para esta quinta-feira (25). A previsão é de que o julgamento se estenda por até quatro dias. Segundo relatos de integrantes do Planalto, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, se tornou o principal articulador político do esforço para vitaminar o número de votos favoráveis ao impeachment no Senado. Desafeto de Dilma, Geddel tem atualizado Temer diariamente sobre a contagem de votos. Pessoas próximas ao ministro dizem que, além das negociações políticas, ele tem enfatizado aos senadores que Dilma não é vítima de um golpe, como ela tem repetido desde que a Câmara deu sinal verde para a abertura do processo de impeachment. Nas conversas com senadores, Geddel ressalta que o processo de afastamento seguiu o rito definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Constituição. Outro argumento utilizado pelo titular da Secretaria de Governo é tentar mostrar que Temer tem dado sinais de que saberá conduzir as políticas necessárias para o país retomar o crescimento econômico. Mesmo com a ida de Dilma ao Senado na próxima semana para apresentar sua defesa, a avaliação dos principais conselheiros políticos do presidente em exercício é de que o impeachment “está consumado” e, politicamente, “definido”. A defesa da petista confirmou que ela irá pessoalmente ao Congresso Nacional para se defender e para responder a eventuais questionamentos dos parlamentares. Na semana passada, com o objetivo de tentar atrair os votos...
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Tufão Mindulle se aproxima de Tóquio

Tufão Mindulle se aproxima de Tóquio
O tufão Mindulle, o 9º da estação na Ásia, dirigia-se na manhã desta segunda-feira (22) a Tóquio com potentes rajadas de vento e chuvas torrenciais. Centenas de voos foram cancelados e a circulação rodoviária e ferroviária ficou perturbada. O tufão, com ventos de até 180 km/h, chegou à costa de Tateyama, ao sul de Chiba, cidade ao lado de Tóquio, e se dirigiu à capital, região que deve alcançar durante o dia. É raro que este tipo de fenômeno alcance Tóquio, já que normalmente a trajetória se situa mais a oeste. O nível das águas começou a subir e em nove cidades, incluindo Kanagawa e Chiba, adjacentes a Tóquio, as autoridades aconselharam a população a abandonar as zonas próximas aos cursos de água. Várias localidades lançaram avisos para preparar a evacuação de dezenas de milhares de casas prevendo inundações e deslizamentos de terra, incluindo uma parte do centro-sul de Tóquio. Vários trens foram parados ou atrasados nos horários de grande movimento e os que circulavam iam lentamente e estavam lotados. Os táxis da capital eram muito disputados e teme-se que ao fim do dia as perturbações nos transportes sejam ainda maiores. Ao menos 425 voos foram cancelados pelas companhias aéreas – a maioria itinerários operados por Japan Airlines (JAL) e All Nippon Airways (ANA), entre outros – e o número pode aumentar com o passar das...
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Força Nacional faz cerco e bloqueia acessos de favela na Maré, Rio

Força Nacional faz cerco e bloqueia acessos de favela na Maré, Rio
Menos de 24 horas depois do ataque a tiros que deixou três agentes da Força Nacional feridos na Vila do João no Complexo da Maré, na Zona Oeste do Rio, o policiamento foi reforçado na região na manhã desta quinta-feira (11). Os acessos à Vila do João e à Vila dos Pinheiros foram bloqueados por carros da Força Nacional, como mostrou o Bom Dia Rio por volta das 6h30. Imagens do globocop mostraram agentes fortemente armados fazendo um cerco em um dos acessos. Atiradores de elite do Exértico também estavam posicionados na Favela do Timbau, na mesma região. As ações são tomadas um dia após os agentes entrarem por engano na comunidade e serem atacados por criminosos. O soldado Hélio Andrade ficou gravamente ferido e foi levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, onde foi operado por uma equipe de três neurocirurgiões na noite desta quarta-feira (10). Segundo a secretaria Municipal de Saúde, o estado de saúde do militar permanecia muito grave na manhã desta quinta. A cirurgia teve duração de 4 horas e meia. O paciente permanece estável no centro de tratamento intensivo da unidade. O Portal dos Procurados divulgou as fotos de três homens suspeitos de terem comandado o ataque. A recompensa é de R$ 2 mil. Os três são considerados os principais chefes do tráfico no Complexo da Maré.  No momento do ataque, a equipe estava a caminho do Centro, entrou por engano na Vila do João, uma comunidade dominada por traficantes, e foi alvejada numa localidade conhecida como Boca do Papai.   Segundo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes: – o capitão capitão Alen Marcos Rodrigues Ferreira, que atua em Cruzeiro do Sul, no Acre, teve ferimentos leves; – o soldado Rafael Pereira, do Piauí, escapou ileso; e – o soldade Hélio Andrade de Roraima, foi ferido gravemente. Soldado Hélio Andrade (Foto: Reprodução/Facebook/Hélio Andradde) Hélio Andrade, 37 anos, está...
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