Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

D’Ale brilha, e Inter vence Peñarol na volta do Beira-Rio

 

O diretor artístico Edson Erdmann matutou por seis meses, passo a passo, ”A MAJESTOSA FESTA NO BEIRA RIO”OS PROTAGONISTAS, que encantou os colorados na noite de sábado. Mas nem com o seu talento e outros tantos anos de planejamento conseguiria esboçar um roteiro tão eloquente, emblemático e recompensador para o jogo de abertura deste domingo, o amistoso do Inter contra o Peñarol. Não bastassem a festa nas cadeiras novas em folha e a cordialidade do convidado uruguaio, o confronto foi brindado com a estrela de D’Alessandro, que tomou emprestado o nome do evento e virou ele próprio o grande personagem. O protagonista.

Foi o autor do gol precoce, concebido aos quatro minutos, que abriu oficialmente a casa vermelha. Uma façanha festejada com as mãos no rosto, como se quisesse disfarçar um choro engasgado. Um justo prêmio à referência técnica do time desde 2008, capitão por vocação e líder de preferência nos corações dos fãs. Com o 2 a 1 sobre os charruas, o segundo também foi dele, de pênalti, ficou claro que o show não poderia acabar com o DJ Fatboy Slim, no fim da noite passada. Porque o Beira-Rio nasceu para o futebol, e, com ele, deveria ressurgir.

 

O estádio estava completamente fechado para obras visando à Copa desde dezembro de 2012, mas os trabalhos já haviam começado em 2011. Nesse período de reclusão, o Inter precisou se virar com casas temporárias, como o Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, e o Centenário, em Caxias do Sul. Uma vida itinerante colocada como grande vilã da má campanha no Brasileiro de 2013. Agora, não há mais desculpa.

O Gigante abriu seus portões para a capacidade máxima pela primeira vez para, provavelmente, não mais fechar. Antes, em fevereiro, houve dois eventos-testes, em partidas pelo Gauchão – 4 a 0 sobre o Caxias e 1 a 0 diante do Brasil de Pelotas. Agora, o Inter pensa no Gre-Nal, que decide o Gauchão no próximo domingo, dia 13. Pode perder por 1 a 0 que garante o tetracampeonato. O Beira-Rio ainda não está confirmado como a sede do clássico, pois depende de vistorias de autoridades e a avalição do próprio clube, sobre os efeitos das festas do fim de semana.

Ressaca gostosa, de uma festa inesquecível, em que estiveram presentes os ídolos do clube. As lendas coloradas voltaram ao estádio, agora com trajes mais esportivos, expressões descontraídas, sem a necessidade de decorar textos e lidar com o público e o microfone. Expoentes dos anos 1970 como Valdomiro, Dadá Maravilha e Figueroa desfilavam com orgulho e sorriso estampado. Esse último, aliás, foi ao campo para compartilhar a placa entregue pelo Peñarol ao Inter. Também pudera: o chileno esteve no torneio da primeira inauguração do Beira-Rio, em 1969, por esse mesmo Peñarol. Seria goleado por 4 a 0, mas chamaria a atenção dos dirigentes colorados, que o contratariam para fazer história de vermelho.

 

 

 

 

O domingo colorado começou com  Ressaca gostosa, de uma festa inesquecível, em que estiveram presentes os ídolos do clube. As lendas coloradas voltaram ao estádio, agora com trajes mais esportivos, expressões descontraídas, sem a necessidade de decorar textos e lidar com o público e o microfone. Expoentes dos anos 1970 como Valdomiro, Dadá Maravilha e Figueroa desfilavam com orgulho e sorriso estampado. Esse último, aliás, foi ao campo para compartilhar a placa entregue pelo Peñarol ao Inter. Também pudera: o chileno esteve no torneio da primeira inauguração do Beira-Rio, em 1969, por esse mesmo Peñarol. Seria goleado por 4 a 0, mas chamaria a atenção dos dirigentes colorados, que o contratariam para fazer história de vermelho.

A cordialidade se expandiu até para quem não tinha muitos motivos para tal. Jorge Fossati, hoje técnico do Peñarol, foi demitido às portas de uma semifinal da Libertadores, em 2010. Para completar, cobrava dívida trabalhista do clube. Mas, à beira do renovado gramado, o uruguaio se mostrou amigável. E sensível à festa. A torcida, mais uma vez extasiada, saudou Fossati por diversas vezes. Ele ainda abraçou fraternalmente Abel Braga, depois de as duas equipes entrarem juntas, perfiladas, no melhor do Padrão Fifa.

– Voltar ao Beira-Rio é sensacional – resumiu.

D’Alessandro o elogiou:

– Passou muito tempo com a gente. Fez um bom trabalho. Merece ser valorizado.

 

BEIRA RIO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GLOBOESPORTE.COM